Um dos motivos porque 2015 foi um ano interessante foi voltar a ouvir álbuns completos ao invés de ouvir só as músicas que eu gosto numa playlist. Dizem por aí que esse é um dos motivos da queda de qualidade das músicas mais recentes: os artistas não precisam criar uma obra completa e coerente, tudo o que eles precisam é de uma ou duas músicas que viram singles de sucesso e caem no esquecimento em duas semanas. De qualquer forma, eu sou muito agradecida ao serviço do Spotify por me deixar ouvir álbuns inteiros de graça legalmente.
A maior descoberta pra mim em 2015 foi a obra extensiva do David Bowie (a personalidade da semana). Já gostava de muita coisa dele, mas depois que conheci (e entendi) a evolução dele durante as décadas virei fã. E, sem muita surpresa, fiquei triste com a notícia do falecimento dele nessa semana, e por isso não posso deixar ele fora da minha lista. Se bater a curiosidade, "David Bowie Platinum Collection" (2005) é um bom lugar pra começar a conhecer mais. São 3 discos organizados em diferentes períodos do David Bowie. Saindo das coleções, os meus favoritos são "Young Americans" (1975) e "Let's Dance" (1983).
Uma música que eu não conhecia e virou favorita em um segundo: "Sound and Vision"
Os discos mais ouvidos do ano
Grandes descobertas, na minha opinião, que valem a pena ouvir inteirinho:
- The Outifield - Play Deep (1985)
- Bruce Springsteen - Born in the USA (1984)
- Bee Gees - Spirits Having Flown (1979)
- Hanson - Shout it Out (2010)
Velhos conhecidos:
- Oasis - What's the Story (Morning Glory) (1995)
- A-ha - East of the Sun West of the Moon (1990)
O que será que 2016 guarda pra mim?
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